A verdadeira beleza está nas mais simples e pequenas coisas. Só a humildade nos faz ver assim.
domingo, 17 de julho de 2011
Adote!...
sexta-feira, 6 de maio de 2011
sábado, 16 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Filhos!...
a nosso mundo.
Dão sabor e calor a ele.
De mansinho ocupam completamente
nosso espaço, enchem nossos corações.
Pequenas flores que semeamos
na esperança de que, neste triste mundo,
possam trazer colorido a ele.
Lutamos, sobremaneira
para que tenham caráter, que sejam honestos,
que sejam integros em suas vidas e ações.
Fazemos das tripas coração,
para que sejam felizes,
que tenham uma boa educação.
Que sejam aquilo que
muitas vezes o destino nos impediu
de sê-lo.
Filhos, que enchem a casa com
sua algazarra, e quando não
se fazem presentes, nos deixam
tristes, pois um (grande) pedaço de
nós com eles está.
Filhos, em que espelhamos todos
nossos desejos, de um mundo melhor,
mais cordato, mais justo,
mais equanine;
apesar de falharmos, pois não
conseguimos, nessa nossa geração,
transformar esse mundo;
depositamos em suas costas essa
árdua tarefa.
Filhos, que um dia terão os
seus próprios filhos,
levando coça ao trocar uma
fralda, como um dia nós mesmos
apanhamos com isso.
Que trarão novas esperanças
para um novo mundo.
Filhos que contribuirão,
com seu conhecimento e
trabalho, para que chagas sejam
curadas, que dores sejam sanadas.
Filhos, que podemos abraçar
e dizer: Eu as amo demais.
Filhos, que posso contar com vocês,
com seu ombro amigo, seu papo
gostoso.
Filhos, que chamo a atenção, que grito
às vezes, e como!
Mas...filhos, tudo que o fazemos,
e assim fazemos, é na eterna busca,
para o melhor à vocês.
Que alegria e orgulho temos neste mundo,
porque temos: Filhos.
(Carlos Almo, 10.04.2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
A magia do Amor!...
Caminhando de mãos dadas e
desfrutando cada paisagem que o tempo oferece....
A partir de então, começam a viver um momento mágico ..
São meses de pura magia, de entusiasmo, de alegrias.
De repente, aqueles dois corações,
recebem o maior presente do mundo: a vida.
Um novo ser chega para trazer alegrias.
E a felicidade inunda aquele lar na sua total plenitude.
É chegada a hora de saber aproveitar o máximo cada minuto vivido,
e ter depois, no baú das recordações, horas para passar com os filhos, mesmo quando estes estiverem longe dos nossos olhos.
Surge uma família...
Onde marido e mulher se amam e se respeitam.
Onde os filhos crescem presenciando a união e a fraternidade.
Aqueles dois corações se multiplicaram,
Sorriram e choraram juntos,
Enfrentaram obstáculos e derrubaram barreiras.
E continuarão juntos, trilhando o caminho do destino,
Sempre em direção da felicidade.
domingo, 3 de abril de 2011
Uma flor para você!...
Há quem diga que uma flor tem o dom de alegrar e trazer felicidades para as pessoas.
Ela é impar, sem igual. !
Se não bastasse o teu encanto e o teu perfume, ela também, é exclusiva, na tua perfeição, da mesma forma que as mãos do Criador.
Você já observou que o beija-flor só baila para a flor ?
Você já observou que a doçura do mel é dela extraído ?
Então, por tudo que você representa na minha vida, pela tua amizade, pelo teu amor, venho trazer-lhe esta flor.
Do sublime perfume que exala de tuas infinitas pétalas, que ele vá diretamente no teu coração para demonstrar todo o meu carinho por você.
Flor, uma flor para você, para que ela faça lembrar no teu íntimo toda minha admiração e respeito que por você carrego dentro do peito.
Por tudo que você representa, por ser a razão do meu sorriso, em tuas mãos deixo esta flor, formosa e cheirosa.
Trago uma flor para alegrar teu dia se por acaso não esteja bem.
Ela lhe falará de minha satisfação em vê-lo cada vez melhor.
Trago uma flor para que ela fale da amizade que lhe devoto.
Da imensa alegria que tenho em sabê-lo, morador eterno do meu coração.
Obrigado por fazer parte de meu mundo, e que o sublime perfume desta flor e a sua doçura de mel sejam uma constante no teu viver.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Ruptura de uma paixão!...
Em meu peito louca saudade,
Paz reverteu-se em vendaval,
Foi-se pelos ares a nossa felicidade...
Como pássaro, saiu sem direção,
Bateu asas e pra longe voou...
Gorjeios da passarada... Eterna recordação...
Angústia em minh’alma... Ferida que não cicatrizou!
Moacir Silva Papacosta
Publicado no Recanto das Letras em 05/10/2008
Código do texto: T1212343
terça-feira, 22 de março de 2011
Água!...
porém a sua renovação
se dá mais lentamente
que o seu consumo.
Ela é vital...
Devemos,
portanto,
usá-la
com
responsabilidade
e
reverência....
quarta-feira, 16 de março de 2011
Simplicidade!...
Não quero ser uma pedante
mas a rainha da humildade
e estar em sintonia constante
com o céu de felicidade...
Quero atrair boas coisas,
aquilo a que tenho direito.
E correr com as suaves brisas
e a liberdade a bater no peito.
Quero subir à alta montanha
e sentir uma paz sem limites,
e no grito que não se acanha
eu e a vida ficarmos quites!
«*+*»
«*+*»segunda-feira, 14 de março de 2011
Flor e fruta!...
terça-feira, 8 de março de 2011
O que fazer?...

segunda-feira, 7 de março de 2011
Mulher!!!...

Mulher…
Que traz beleza e luz aos dias mais difíceis Que divide sua alma em duas Para carregar tamanha sensibilidade e força Que ganha o mundo com sua coragem Que traz paixão no olhar Mulher, Que luta pelos seus ideais, Que dá a vida pela sua família Mulher Que ama incondicionalmente Que se arruma, se perfuma Que vence o cansaço Mulher, Que chora e que ri Mulher que sonha…
Tantas Mulheres, belezas únicas, vivas, Cheias de mistérios e encanto! Mulheres que deveriam ser lembradas, amadas, admiradas todos os dias…
Para você, Mulher tão especial…
Feliz Dia Internacional da Mulher!
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Simplicidade!...
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
sábado, 22 de janeiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
Terra!...
O homem arando a terra,As mãos lançando a sementeA luz germinando a terraA terra sustentando a gente!
A chuva mansa…O cheiro da terra molhada…O lavrador que não se cansa…O suor e as mãos calejadas.
Vem a luz no pé da serra…E o sol do meio dia…O som da enxada na terra…Não é uma melodia.
A colheita farta…O sonho… A emoção…Olhares enternecidos…Nos frutos deste chão!
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Feliz Ano Novo!...
De repente, não importa a nação, não importa a língua, não importa a cor, não importa a origem, porque todos são humanos e descendentes de um só Pai, os homens lembram-se apenas de um só verbo: AMAR.
De repente, sem mágoa, sem rancor, sem ódio, os homens cantam uma só canção, um só hino, o hino da liberdade.
De repente, os homens esquecem o passado, lembram-se do futuro venturoso, de como é bom viver. .
Feliz Ano Novo !!!
sábado, 18 de dezembro de 2010
Boas Festas!...

Que neste Natal
Aquela magia toda guardada durante todo o ano
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
O que é perfeito não precisa de nada!...
| Sim, talvez tenham razão. Talvez em cada coisa uma coisa oculta more, Mas essa coisa oculta é a mesma Que a coisa sem ser oculta. Na planta, na árvore, na flor (Em tudo que vive sem fala E é uma consciência e não o com que se faz uma consciência), No bosque que não é árvores mas bosque, Total das árvores sem soma, Mora uma ninfa, a vida exterior por dentro Que lhes dá a vida; Que floresce com o florescer deles E é verde no seu verdor. No animal e no homem entra. Vive por fora por dentro É um já dentro por fora, Dizem os filósofos que isto é a alma Mas não é a alma: é o próprio animal ou homem Da maneira como existe. E penso que talvez haja entes Em que as duas coisas coincidam E tenham o mesmo tamanho. E que estes entes serão os deuses, Que existem porque assim é que completamente se existe, Que não morrem porque são iguais a si mesmos, Que podem mentir porque não têm divisão [?] Entre quem são e quem são, E talvez não nos amem, nem nos queiram, nem nos apareçam Porque o que é perfeito não precisa de nada. Alberto Caeiro, in "Poemas Inconjuntos" Heterónimo de Fernando Pessoa |
sábado, 14 de agosto de 2010
Que diacho!...Eu gostava do meu cusco!...
Alcy Cheuiche
gentileza de Daniel Cassol
Entendo. Envelheci entendendo.
Bicho não tem alma, eu sei bem,
mas será que vivente tem?
Que diacho! Eu gostava do meu cusco.
Era uma guaipeca amarelo,
baixinho, de perna torta,
que me seguiu num domingo,
de volta de umas carreira.
Eu andava meio abichornado,
bebendo mais que o costume,
essas coisa de rabicho, de ciúme,
vocês me entendem, ele entendeu.
Passei o dia bebendo
e ele ali no costado
me olhando de atravessado,
esperando por comida.
Nesse tempo era magrinho
que aparecia as costela.
Depois pegou mais estado
mas nunca foi de engordá.
Quando veio meu guisado,
dei quase tudo prá ele.
Um pouco, por pena dele,
e outro, que nesse dia,
só bebida eu engolia
por causa dos pensamento.
Já pela entrada do sol,
ainda pensando na moça
e nas miséria da vida,
toquei de volta prás casa
e vi que o cusco magrinho
vinha troteando pertinho,
com um jeito encabulado.
Volta prá casa, guaipeca!
Ralhei e ralhei com ele.
Parava um puco, fugia,
farejava qualquer coisa,
depois voltava prá mim.
O capataz não gostou,
na estância só tinha galgo,
mas o guaipeca ficou.
Botei o nome de sorro,
as crianças, de brinquinho,
mas o nome que pegou
foi de guaipeca amarelo.
Mas nome não é o que importa.
Bicho não tem alma, eu sei bem.
Mas será que vivente tem?
Ficou seis anos na estância.
Lidava com gado e ovelha
sempre atento e voluntário.
Se um boi ganhava no mato,
o guaipeca só voltava
depois de tirá prá fora.
E nunca mordeu ninguém!
Nem as índia da cozinha
que inticava com ele.
Nem ovelha, nem galinha,
nem quero-quero, avestruz.
Com lagarto, era o primeiro
e mesmo piquininho
corria mais do que um pardo.
E tudo ia tão bem...
Até que um dia azarado
o patrãozinho noivou
e trouxe a noiva prá estância.
Era no mês de janeiro,
os patrão tava na praia,
e veio um mundo de gente,
tudo em roupa diferente,
até colar, home usava,
e as moça meio pelada,
sem sê na hora do banho,
imagino lá no arroio,
o retoço da moçada.
Mas bueno, sou doutro tempo,
das trança e saia rodada,
até aí não tem nada,
que a gente respeita os branco,
olha e finge que não vê.
O pior foi o meu cusco,
que não entendeu, por bicho,
a distância que separa
um guaipeca de peão
da cachorrinha mimosa
da noiva do meu patrão.
Era quase de brinquedo
a cachorrinha da moça.
Baixinha, reboladera,
pêlo comprido e tratado,
andava só na coleira
e tinha medo de tudo,
por qualquer coisa acoava.
Meu cusco perdeu o entono
quando viu a cachorrinha.
E les juro que a bichinha
também gostou do meu baio.
Mas namoro, só de longe
que a cusca era mais cuidada
que touro de exposição.
Mas numa noite de lua,
foi mais forte a natureza.
A cadela tava alçada
e o guaipeca atrás dela
entrou por uma janela
e foi uma gritaria
quando encontraram os dois.
Achei graça na aventura,
até que chegou o mocito,
o filho do meu patrão,
e disse prá o Vitalício
que tinha fama de ruim:
Benefecia o guaipeca
prá que respeite as família!
Parecia até uma filha
que o cusco tinha abusado.
Perdão, le disse, o coitado
não entende dessas coisa.
Deixe qu'eu leve prá o posto
do fundo, com meu cumpadre,
depois que passá o verão.
Capa o cusco, Vitalício!
E tu, pega os teus pertence
e vai buscá teu cavalo.
Me deu uma raiva por dentro
de sê assim despachado
por um piazito mijado
e ainda usando colar.
Mas prometi aqui prá dentro:
mesmo filho do patrão,
no meu cusco ninguém toca.
Pego ele, vou m'embora
e acabou-se a função.
Que diacho! Eu gostava do meu cusco.
Bicho não tem alma, eu sei bem.
Mas será que vivente tem?
Campiei ele no galpão,
nos brete, pelas mangueira
e nada do desgraçado.
No fim, já meio cansado,
peguei o ruano velho
e fui buscá o meu cavalo.
Com o tordilho por diante,
vinha pensando na vida.
Posso entrá numa comparsa,
mesmo no fim das esquila.
Depois ajeito os apero
e busco colocação,
nem que seja de caseiro,
se nã me ajustam de peão.
E levo o cusco comigo
pois foi o único amigo
que nunca negou a mão.
Nisso, ouvi a gritaria
e os ganido do meu cusco
que era um grito de susto,
de medo, um grito de horror.
Toquei a espora no ruano
mas era tarde demais.
Tinham feito a judiaria
e o pobrezinho sangrava,
sangrava de fazê poça
e já chorava fraquinho.
Peguei o cusco no colo
e apertei o coração.
O sangue tava fugindo,
não tinha mais esperança.
O cusco foi se finando
e os meus olho chorando,
chorando como criança.
Que diacho! Eu gostava do meu cusco.
Bicho não tem alma, eu sei bem.
Mas será que vivente tem?
Nessa hora desgraçada
o tal mocito voltou
prá sabê pelo serviço.
Botei o cusco no chão,
passei a mão no facão
e dei uns grito com ele,
com ele e com o Vitalício!
Ele puxô do revólver
mas tava perto demais.
Antes que a bala saísse,
cortei ele prá matá.
Foi assim, bem direitinho.
Não tô aqui prá menti.
É verdade qu'eu fugi
mas depois me apresentei.
Me julgaram e condenaram
mas o pior que assassino,
foi dizerem que o motivo
era pouco prá o que fiz...
Que diacho! Eu gostava do meu cusco.
Bicho não tem alma, eu sei bem.
Mas será que vivente tem?














